AS MANIFESTAÇÕES DAS MULHERES

Modernidade e globalização são duas das palavras muitas empregadas nos últimos tempos, quase sempre com referência ao final do milênio e ao começo do século XXI.
Mas o respeito à mulher, continua alheio a essas considerações, estão mergulhadas na selva do preconceito de não respeitar as lutas e os sonhos da mulher brasileira.
Assim, considerando o que está sendo buscado é o direito perdido no tempo, gerações se passaram sem que o homem percebesse que não tinha ao lado, apenas, a sempre eterna rainha do lar. Mas, uma mulher guerreira, sim, capaz de se desdobrar em fibra, no seu reservado espaço nos progressos de modernização dos tempos.
Ora, a ciência da modernidade, e sem dúvida a liberdade da mulher. As máquinas deixaram a mulher em condições de igualdade, para disputar o mercado de trabalho. A grande disputa do século e a excelência, não importa o sexo. “Como o psicanalista Cuselinir, bem define:” A sensibilidade a afetividade e a instituição, são pontos a favor da mulher e ela não deve, em hipótese alguma, abrir mãos deles.”
Permite-se neste artigo, que possa fazer um retrospecto de grandes mulheres, como as revolucionaria Olga Binária, Rosa Luxemburgo; a escritora cearense Raquel de Queiroz, a primeira mulher a entrar para a Academia Brasileira de Letra. E tantas outras, que tiveram e têm uma trajetória audaciosa em abraçar as causas emanadas dos princípios humanistas.
Assim, elas têm feitos em todas as existências de suas lutas, porém, hoje na luz das mudanças impulsionadas pela modernidade, o seu esforço é maior, para receber o impulso de todos os segmentos que movem a sociedade, que a globalização define como uma nova era da história humana.
E nesse sentido, talvez, e vislumbrando essa nova realidade que se esboça, as integrações, nos confins lugares nas periferias brasileiras, que existem muitas mulheres lavradoras e organizações se dedicando à cidadania, para vencer as forças negativas da desigualdade e do preconceito, que mereceriam ser homenageadas por sua atuação. Porém, gostaríamos que elas se sentissem também homenageadas.
Mas, para evitar o risco de cometer injustiça, vamos lembrar a Maria Ciclene de Sousa, Vania Maria Cavalcante, Maria Isaura, Maria do Socorro Oliveira, Ana Gueila Ricardo, Francisca das Chagas Ferreira, a Didinha, que lutam pela eficiência das políticas públicas, na pequena cidade de Massapê. Nessa mesma linha de luta está a dona de casa, a sobralense Francisca Necy Lopes.
Entendemos que o duro preconceito contra a mulher no Brasil, com grave repercussão nas grandes e pequenas cidades cearenses, provoca indignação e uma reação permanente na luta pelas grandes causas.
Devemos reconhecer que e difícil para as mulheres. Como se sabe, os políticos carreiristas estão formidavelmente ricos e arrogantes enquanto a população fermina está no torvelinho sem fim da descriminação. Criou se uma casta cujos privilégios são constantes com a situação igualdade da mulher. Uma questão, sem dúvida, para as manifestações das mulheres questionarem sempre.
O que há de novo nesse cenário? Nas última décadas do século XX, merece destaque o empenho dos movimentos das mulheres para o reconhecimento desses direitos. Tal esforço buscava uma perspectiva de gênero que, ao mesmo tempo, que universaliza para homens e mulheres esses direitos incorpore a especificidade das discriminações que historicamente são sofridas pelas mulheres.
Portanto, a partir da década de 70, que os organismos internacionais, como a Organização das Nações Unidas e Organização dos Estados Americanos, vão ampliar sua ação em termo da proteção dos direitos das mulheres e retomar o princípio de igualdade entre sexos.
Desse modo, as políticas públicas representam um dos instrumentos fundamentais na garantia dos direitos humanos das mulheres e nessa perspectiva, está para que essas políticas sejam usufruídas por todas, as mulheres, de criar organismos executivos de políticas públicas nos municípios para as mulheres. Nesse sentido, por suas firmes posições traduzidas pelas suas ações, pedimos: a Marly Lopes e Rosangela Carneiro, que seja instalar um Conselho de Direitos das Mulheres no Município de Massapê.
Afinal, por isso, as mulheres devem alimentar a tese de não ter medo de fazerem manifestações nas praças, nas ruas, nos becos e nas esquinas, que servem de remédios para soluções dos problemas dos preconceitos contra a mulher. Como o jornalista e professor Sergio Victor, sintetiza: “Quem luta por causas justas e legitimas, ainda que sofra fortes obstáculos e eventuais derrotas nos embates, não perde nunca, será sempre um vencedor.”
Nesse quadro que se podem avaliar as manifestações e os direitos da mulher para conduzir a comunidade a se determinar como produto de uma luta, na qual chegar a uma sociedade mais igualitária. Porque, a mulher é a verdade na ponta da luta. Afinal, há uma dívida moral e histórica que não admite moratória.

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