A responsabilidade do voto

Estamos nos aproximando de novas eleições e, no dia de amanhã, os cidadãos brasileiros irão às urnas para a escolha de seus representantes. Dessa vez, a nível estadual e nacional, serão escolhidos aqueles que irão legislar e executar projetos para a melhoria da nação. Pelo menos, é isso que se espera, e a nossa escolha deve ser um voto de confiança para os que se candidataram ao serviço do povo.
Desse modo, é grande a responsabilidade de cada cidadão. O voto parece ser tão simples, mas é a partir dele que uma nação democrática pode melhorar ou piorar os seus rumos. Como cada direito é acompanhado por um dever, o direito ao voto é acompanhado pelo dever que cada brasileiro tem de pensar, refletir e tomar consciência de sua escolha antes de se dirigir a urna.
A política do cabresto e da troca de favores deve ser ultrapassada, dando lugar a uma política livre na qual o eleitor seja autônomo para decidir em quem votar. Então, surgirá nova esperança.
Ter medo de política ou desprezá-la é como não querer que o rio poluído passe pelo meio da cidade. Por que desviá-lo se ele pode ser despoluído, canalizado, desassoreado e corrigido? Afinal, a política é uma nobre vocação, mas muitas vezes os homens nobres e vocacionados para tal correm riscos e sofrem como cordeiros no meio de lobos.
É difícil, então, pensar no ressurgimento de uma política livre, honesta, sem ser determinada pelos domínios capitalistas. Mas resta-nos o mínimo de esperança cada vez que vamos às urnas e temos em nossas mãos um poder transformador de realidades. A política merece esperança.
Para isso, precisamos ter interesse pelas discussões políticas. Precisamos de leitura, informação, fatos reais e buscar conhecer os candidatos. Longe de qualquer informação desconfiável, precisamos ler mais, aguçar a nossa capacidade reflexiva e observar os vários pontos de vista e opiniões, ou seja, ter um olhar panorâmico sobre a política.
Portanto, que o nosso voto seja consciente e responsável e que vençam os mais preparados para representar o povo.

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