O ano de 2016

O ano de 2016 deixou, em muitos de nós, o sabor amargo de um tempo com manchas negras a pairar sobre toda a humanidade: os efeitos de uma crise econômica e social que teima em marcar presença, as guerras, os atentados terroristas, o drama dos refugiados, os atropelos continuados à dignidade da pessoa humana, as desigualdades gritantes, as agressões  ao  ambiente, etc, etc.

Mas,  ao entrar em 2017, não podemos deixar que uma onda de pessimismo tolhe o nosso coração e a nossa <alma>, até porque começam a surgir alguns sinais ténues, em várias áreas que podem alimentar a nossa esperança que estamos a caminhar para um “Um Mundo Melhor”

É também um sinal de esperança, a emergência e a influência crescente da figura do Papa Francisco, cuja voz é escutada com atenção. A Humanidade necessita de gente sábia, ponderada e amorosa com capacidade para propor as mudanças inadiáveis. Recentemente, para a celebração do 49.º Dia Mundial da Paz (1 de janeiro), o Papa Francisco fazia um apelo para que sejamos firmes e empenhados, a não perdermos  a esperança e trabalhamos pela Paz.

Neste domínio da luta pela paz, terreno muito difícil de atuar, começam a surgir vozes que defendem mais o diálogo que as ações bélicas para dirimir os conflitos existentes. Por outro lado, as ações conjuntas de colaboração entre vários Estados estão a ser substituídas por respostas individuais.

No que respeita ao drama dos refugiados, constituem sinais de esperança, as manifestações de solidariedade que têm ocorrido em muitos países europeus, entre os quais Portugal. A solidariedade do <Povo> contagia os que detêm o Poder.

E terminando este editorial, nós do Correio da Semana desejamos a todos vocês leitores e visitantes um bom fim de ano, e até a próxima.

 

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