A SUPERSTIÇÃO E A FÉ À LUZ DA CIÊNCIA

Acontecerá em São Paulo, no CLAP (Centro Latino Americano de Parapsicologia), no período de 15 a 25 de janeiro de 2008, ao 38ª edição do Curso de Parapsicologia e Religião, dirigido pelo conhecido padre Quevedo. É um excelente curso, com a duração de 10 dias Algumas informações úteis: O preço total do Curso é R$ 300,00, pagos no ato da inscrição. Esta deve ser feita até dia 10 de janeiro. Os cursistas poderão ficar hospedados no próprio local do Curso com o pagamento da hospedagem (incluindo refeições) no valor de R$ 555,00. Para melhores informações, o pretendente deve ligar para 0xx11.3873-8831 ou acessar www.clap.org.br .Quem pode fazer o curso? Os que querem ter e dar orientação científico-religiosa, tais como formadores, educadores, religiosos, agentes de pastoral, médicos, psicólogos e todos os que trabalham com pessoas. É necessário ser maior de 18 anos e ter no mínimo o Ensino Médio concluído.

ATEÍSMO, ESPIRITISMO, SEITAS
Os temas a serem estudados são atuais: Importância da Parapsicologia e sua Classificação; Os Fenômenos Parapsicológicos através da História;. Fenômenos Extranormais de Conhecimento; Cultos Afro-Brasileiros e Espiritismo; Fenômenos Paranormais de Conhecimento; Psicologia: Inconsciente; Psiquiatria: Transe; Novos Movimentos Religiosos; Psicologia: Mentalidade Mágica; Fenômenos de Efeitos Físicos; Comunicação com os Mortos?; Demonologia; Curandeirismo. Poder da Mente; Feitiçaria; Psicologia: Personalidade do Médium; Psicologia: Aspectos Patológicos da Prática Parapsicológica; Reencarnação? Ressureição; Psiquiatria: Pronto-Socorro; Fenômenos do Misticismo; Aparições? Revelações?; Milagres; Thanatologia: Reanimação, Revitalização, Incorrupção e Sobrevivência;. Ecumenismo, Pastoral e Parapsicologia.

“MORTO NÃO SE COMUNICA COM VIVO”
faz o Curso do CLAP adquire algumas verdades e princípios bem úteis para o dia-a-dia, tais como: o que se explica naturalmente, não se explica sobrenaturalmente; morto não se comunica com vivo; a pantonésia do inconsciente; pouco conhecemos sobre as forças da mente humana; é comum atribuir-se a quem morreu o que é poder nosso mesmo.
Neste último item, avulta a segurança que professores do CLAP oferecem aos seus alunos, por exemplo, com relação à equivocada explicação que vê como mediunidade intelectual o mecanismo responsável pela chamada psicografia, tida como mensagem enviada por espíritos desencarnados, e divulgada, nos meios espíritas, como obra literária psicografada, cujo conteúdo passa a ser tido como “ditado” por pessoas falecidas, interessadas, dizem, quando espíritos bons, no aprimoramento espiritual e moral da humanidade.
Segundo o ensino dado no CLAP, tais fenômenos nem chegam a ser parapsicológicos. São mais simples: devem ser vistos como resultado de uma criação espontânea na qual o inconsciente não intervem. Constituem apenas um automatismo do inconsciente, uma escrita automática que pode, sim, ser reforçada pelo treinamento. Seu conteúdo, embora, no ato seja até inacessível à consciência de quem está escrevendo, muitas vezes até com admirável velocidade, semelhantemente ao fenômeno do sonho, tem origem em conhecimentos anteriores que podem sofrer elaborações dentro do próprio inconsciente do suposto médium.

A PARAPSICOLOGIA É ESSENCIALMENTE LIBERTADORA
Para quem não tem tido oportunidade de participar dos cursos ministrados pelo CLAP é de grande valor conhecer o ensino de seus professores, especialmente do polêmico padre Quevedo. Um pouquinho do que ele transmite, com forte convicção, é possível perceber nas constantes entrevistas que aquele sacerdote e professor concede à imprensa, especialmente à TV, mais no passado do que atualmente.
Para ele, o conhecimento da parapsicologia é “tão útil quanto ou mais que a medicina, a psicologia e outras ciências, pois ela é essencialmente libertadora.” Isto é verdade, ensina ele, especialmente em terras brasileiras, pois: “o Brasil é o país mais supersticioso do mundo, lamentavelmente. Aqui, qualquer bobagem é considerada um milagre,” adverte padre Quevedo.
Lembro-me de um debate na TV onde o trabalho de cura pelas forças do além, através do médium Geraldo. Este, contestado pelo padre Quevedo que dizia que as supostas curas não eram do doutor Fritz , já falecido, perguntou desafiadoramente ao padre: “O senhor acha que se este poder fosse mesmo meu, eu iria atribuir ao espírito de um morto… Por que não digo?”.

A resposta veio imediata: “Porque não sabe parapsicologia…”.
O CLAP tem muitos livros publicados. Quinze, pelo menos, são do padre Quevedo e cerca de 20 são dos outros professores. Não negam a existência de milagres que classificam de fenômenos supranormais ou milagres divinos. Todos os fenômenos parapsicológicos são extra NORMAIS, ou para NORMAIS: As faculdades, responsáveis por eles, todos nós temos.
A manifestação é que depende de pessoas ou circunstâncias especiais. O que ninguém tem é o SUPRA normal. Este supera as faculdades humanas, só Deus pode. É o milagre. Ninguém, a não ser Deus, faz milagre, concorda o CLAP.
Em suas falas, o padre Quevedo insiste em que se deve sempre distinguir entre milagre e “milagreria”, esta tão comum entre nós brasileiros. Nesta linha de informação, defende a ocorrência, freqüente e bem demonstrada, de “fenômenos parapsicológicos, extranormais, como a xenoglossia ou falar línguas diferentes, a pantonésia, ou memória total do inconsciente, a hip ou hiperestesia indireta do pensamento pela qual nosso inconsciente conhece todos os pensamentos das pessoas que estão presentes, etc. Existem também os fenômenos paranormais ou extra-sensoriais, como freqüentíssimos fenômenos de telepatia, inclusive pré-cognitiva, a sugestão telepática, a clarividência etc. Mas, padre Quevedo nega que alguém os possa dominar. Nem sequer a telepatia, o mais freqüente de todos os fenômenos, deixa de ser parapsicológico, isto é, fenômeno fora do comum. Só que é espontâneo. Abrir um consultório de adivinhação ou de curandeirismo, etc. é charlatanice. Por que não adivinham os números da loteria? Por que não curam um dente cariado?”, desafia ele.

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