UM CANTO DE AMOR À PÁTRIA: BRASILIDADE!

Neste dia 9, o Café Patriota, em Fortaleza, promoverá o lançamento do livro “Brasilidade: Um canto de amor à Pátria”, da editora portuguesa Chiado Books que integra Portugal, Brasil, Angola e Cabo Verde. Logo na capa, o momento da união, integração, irmandade de todas as raças na Pátria, a Terra da Verdadeira Cruz: a foto da Missa em Ação celebrada quatro dias depois do 13 de maio de 1888, no Campo de São Cristóvão, na qual se vê o povo em destaque, com a Redentora, Dona Isabel, para mim, Imperatriz do Brasil, como afirmo em texto no livro; Conde d’Eu, príncipe consorte; Machado de Assis que bradou naquele 13 de Maio: “… entoemos o hino do trabalho”.
A ideia do livro, revela-nos, na apresentação que não assinou, a organizadora Anapuena Havena, é premiar o II Concurso Literário do Café Patriota. O concurso destacou os poetas relacionados na primeira parte, “Poesia Cearense”; na segunda parte temos a “Poesia Romântica Brasileira”, na qual o sentimento de brasilidade é firmado; na terceira parte estão os “Defensores da Pátria” e, finalmente, a terra primeira onde a luz da liberdade brilhou, “Ceará Terra da Luz”.
Na abertura de “Brasilidade”, temos o cântico do último Pai reinante da Pátria Brasil, Dom Pedro II, um ano depois do Treze de Maio, “E hosanas entoando ao Criador,/ Vejo enfim meus esforços concluídos:/ E sou de um Povo Livre Imperador”. Anapuena nos lembra que a Pátria, na Terra de Vera Cruz/ Terra de Santa Cruz…, Brasil, “É o povo que te faz:/ Índio, europeu, africano/ Mestiço, mameluco e mulato”. Bruno Paulino diz que, em se plantando, tudo dá: “Iracema, Macunaíma, Pelé, Cartola, caju, acerola”, e que penso que Conceição e Maria Moura, também Rachel de Queiroz que definiu: “Pátria é o lugar de onde se vem”. E, na Terra Brasilis, Cássia Regina vê, “As mãos de Deus refletidas em cada parte”. E, mesmo no lamento, Daniel Marques lembra: “Mas é Pátria forte, destemida”. Dárcio Jânio afirma que “… somos o Brasil, somos o mundo”, e Francisco Íris proclama: “… sobre teu solo… desfila todas as cores”. Ternamente, Franzé Pessoa nos conforta: “o teu perfil de mãe me dá direito/ de sentir-me afogado no teu peito”. Lincoln Chaves revela: “Há tempos te busco,/ Procuro nos outros, nas multidões,/ Mas, te escondes, dentro de mim”. Luciom Caeira complementa: “… tu nunca saíste de mim”, “Terra onde a miscigenação faz com que ninguém se sinta estrangeiro”. E Sabrina Menezes faz Ode à Terra de tantos heróis proclamados e anônimos cuja junção “Faz soberania a pátria de meu riso”. Thiago Borges entoa: “Ó Deus, se disso me privam,/ Para a vida, já não há mais razão!”, mas, se Marcos Vitor Conrado ouve o Hino Pátrio, o “… peito pulsa a cada nota” e Max Alan encerra, “Continuas como berço idolatrado”.
Perfilam ainda, os conhecidíssimos Gonçalves de Magalhães, Gonçalves Dias, Casimiro de Abreu, José de Alencar, Machado – Bruxo do Cosme Velho, antes citado e, de repente, não mais que de repente, surgem os heróis: Dom Pedro I, Dona Maria Leopoldina do Brasil, Bonifácio, Nabuco, Dom Pedro II, Dona Isabel, nesta Terra da Luz, de São José, do Chico da Matilde, de Maria Thomásia, Antonio Bezerra, Justiniano de Serpa e tantos outros que cantaram o amor da “brava gente brasileira”.
Salve à Pátria, Brasil!

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