Conversando com a Mãe Dilma

Olá mãe Dilma! Como está esse mimo mineiro? Não senhora, eu não vim falar em barragem coisa nenhuma, até porque de lama todos nós já estamos cheios, não é mesmo? É claro que eu não penso nada de mal de sua pessoa, nem tampouco desconfio. Na verdade eu sempre acho que a senhora é uma injustiçada, que pedalou para melhorar as dobras do bucho e não para roubar o país.
Pois é, eu também não consigo me conformar com a prisão do padrinho, uma alma tão boa, pura, honesta… Como alguém pode enxergar defeito naquela criatura simples, que se alimentou com leite de jumenta, assou calango na merenda e deu o dedo pelo Brasil. Sei que foi o mínimo. Ainda bem.
Pare com essas lamentações. O que passou não volta mais, a não ser os impostos. Falando neles, a senhora até que era chegada, né? Lembra-se daquele golpe da energia barata? Depois nossa conta tinha mais bandeiras do que estádio de futebol. O povo apanha, porém não se esquece da dor. Eu se fosse a senhora procuraria um emprego. Saia dessa fossa. Passar o dia escutando Marilia Mendonça e bebendo caipirinha não é recomendável para uma mulher decente.
Vou mandar umas coisinhas para a senhora. Posso mandar pelo Zé Guimarães? Ele não entrega? Ave, que mania feia desse rapaz. Sábado eu ligo de novo. A senhora deveria ao menos colocar créditos nesse celular e ligar uma vezinha. Grande abraço mãe Dilma.
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A bolsa do Bolsonaro foi retirada, e pelo visto, não está fazendo falta. O homem está dando expediente dentro do hospital. Até onde eu sei, presidente não trabalha em produção.
Lula na cadeia vira papa-defunto, contudo, fora dela nunca pegou numa alça de caixão de nenhum parente.
O mais de metro de tripas do Bolsonaro deveria ficar exposto em museu para dar ciência aos petistas de que a facada existiu, e o que Bolsonaro estava carregando na bolsa não era miolo de comunista.
A facilidade com que Tasso se aproxima e se afasta da família Ferreira Gomes é a mesma do bêbado em reunião do AA. Ele nunca evita o primeiro gole.
O tempo passa, as águas mudam, porém a forma dos políticos negociarem cargos em mesas diretoras permanece o mesmo.
Um anúncio da Prefeitura dá conta de que o nó da rotatória do Arco será desatado e que o trânsito poderá voltar a fluir. É hora de a razão ocupar o espaço da vaidade.

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