Editorial

A crise política brasileira invadiu todos os lares, não poupando regiões, classes sociais, grau de escolaridade, idade, sexo, revelando a complexidade e totalidade de um tormento que virou rotina na mídia e na mente da sociedade brasileira. A crise política tem várias causas e muitas explicações, mas a razão principal é que acabou o dinheiro, em casa onde falta pão todo mundo briga e ninguém tem razão.

A crise política tem como causa principal o binômio gastança/corrupção exageradas, fenômenos que marcaram a era lulopetista. Gastaram dinheiro a rodo com projetos faraônicos, inacabados, e dinheiro muito acima da condição orçamentária em projetos sociais de cunho eleitoral. Os personagens principais são o ex-presidente Lula, líder populista e messiânico, megalomaníaco notório, capaz de absurdos nunca experimentados na vida pública brasileira. E o segundo personagem é a presidente Dilma, eleita com as armas afiadas do populismo financiado pela corrupção das estatais. Tudo estourou nas mãos dela, mas nasceram das mãos dele.

Dentre as inúmeras variáveis que favorecem a perpetuação da corrupção no Brasil está a enorme distância entre a lei e realidade da população brasileira. De fato, a realidade da efetivação das garantias constitucionais está bem distante para aqueles que até possuem cidadania “política”, mas sequer estão próximos de atingir de fato a cidadania “civil”. Para estes que estão à margem da sociedade brasileira, a lei é uma realidade distante. O presente artigo tem como finalidade expor os fatos que levaram a inserção e a legitimação da corrupção no Brasil tendo como amparo o modelo desigual de acesso à justiça aos menos favorecidos.

A corrupção decididamente não é um fato que surgiu nos últimos anos, na verdade está presente no Brasil há muitos séculos e acompanha desde então as discussões em todos os âmbitos do país.

Portanto, a corrupção é uma velha conhecida da sociedade brasileira, desde a época do império passando pela República e Era Getúlio até os dias atuais.

 

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